SEGUIR A JESUS ... UM ESTILO DE VIDA!

3a. Parte - O Discipulo aprende humildemente

O Seguidor de Jesus não é nem um descobridor nem um pesquisador autônomo, mas apenas um aprendiz. Dele se requer apenas que se limite a seguir a Jesus, aceitando que Cristo é o Senhor absoluto, o Senhor dos Senhores, o Rei dos reis.

"Quanto a ti segue-me". Limitar-se a seguir a Jesus é limitar-se Naquele que n"ao têm limites; é ficar preso na liberdades; é conter-se no infinito. Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. "Permanecei, pois, firmes, e não vos submetais de novo a jugo de escravidão". Todavia, para viver esta realidde de vida, o discípulo tem que aprender a aceitar a disciplina.

Ou seja, um seguidor de Jesus sem disciplina é ocmo argila sem oleiro. É como a terra no princípio: sem forma e vazia. Quando se fala em disciplina, fala-se em algo que "no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de Justiça".

Pensemos em duas maneiras que temos para sermos disciplinados:

1a. Pela Pregação;

2a. Pelo convivio franco e sincero com os irmãos.

É quando temos a capacidade de lermos a Bíblia contra nós mesmos. Nesse andar após Jesus o discípulo precisa aceitar fortes repreensões. Deve ser capaz de ouvir coisas duras e inexperadas a respeito de si mesmo, sem escandalizar-se e sem ser tentado a abandonar a caminhada.

O discípulo também aprende a aceitar dramáticas lições sobre humildade. Descobre que no discípulado a ordem natural das coisas ás vezes é invertida. Quem quer ser grande, tem que ser pequeno; quem quer ser o primeiro poderá ser o último, e os últimos serão os primeiros; quem quiser achar tem que perder, e quem perder achará; quem quiser ser o primeiro, que seja servo.

E mais, o discípulo não pode ser cheio de melindres, um hipersensível, um não-me toques, pois com frequència suas opiniões serão anuladas pela manifestação do Amor de Deus. Não raras serão as vezes em que opiniões impensada, intolerantes e rabugentas, terão que ser repensadas.

O discípulo é um ser que pensa, mas cujo pensar está subornidado 'as Escrituras. Ele não é um filósofo que absolutiza a mente e a razão como donas da verdade. Ao contrário, parte sempre das Escrituras, faz suas idéias viajarem por elas e conclui com elas.

A maior lógica do discípulo é afirmar humildemente que: "AS ESCRITURAS NÃO PODEM FALHAR".

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